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Archive for the ‘Software’ Category

SpaceMonger – Detalhar HD

O software SpaceMonger é muito util pra quem quer ver o quanto os arquivos estão ocupando de espaço no HD. Ele crie um mapa do HD com informações detalhadas do uso dos arquivos. O programa exibe, em um diagrama, informações como espaço disponível de determinada partição ou HD, quanto os arquivos estão ocupando de espaço.

É bom caso você não tenha espaço no HD e queria excluir arquivos. Esse programa te mostra arquivos que talvez você não lembre que ele esteja lá e que está ocupando espaço.

Download: simtel.net

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Modelo Sequencial Linear

O modelo em cascata, algumas vezes chamado de ciclo de vida clássico, sugere uma abordagem sistemática e sequência para o desenvolvimento de softwares que começa com a especificação dos requisitos pelo cliente e progride ao longo do planejamento, modelagem, construção e implantação, culminando na manutenção progressiva do software acabado.

 O modelo em cascata também chamado de linear é o paradigma mais antigo da engenharia de software. No entanto, nas duas últimas décadas, a critica a esse modelo de processo tem provocado, mesmo em seus mais ardentes adeptos, questionamentos sobre sua eficácia [HAN95].

 Etapas do Modelo Seqüencial Linear: 

Engenharia de Sistemas.

Envolve a coleta de requisitos em nível do sistema.

Esta visão é essencial quando o software deve fazer interface com outros elementos (por exemplo, um hardware específico). 

 

Análise de Requisitos de Software.

  • O processo de coleta dos requisitos é intensificado e concentrado especificamente no software.
  • Deve-se compreender o domínio da informação, a função e o desempenho exigido.
  • Os requisitos (para o software) são documentados e revistos com o cliente. 

 

Projeto

Tradução dos requisitos do software para um conjunto de representações que podem ser avaliadas quanto à qualidade, antes que a codificação se inicie. 

 

Codificação

Tradução das representações do projeto para uma linguagem “artificial” resultando em instruções executáveis pelo computador. 

 

Testes.

  • Concentra-se:
    • Nos aspectos lógicos internos do software, garantindo que todas as instruções tenham sido testadas.
    • Nos aspectos funcionais externos, para descobrir erros e garantir que a entrada definida produza resultados que concordem com os esperados. 

 

Manutenção

  • Provavelmente o software deverá sofrer mudanças depois que for entregue ao cliente.
  • Causas das mudanças: erros, adaptação do software para acomodar mudanças em seu ambiente externo e exigência do cliente para acréscimos funcionais e de desempenho.

 

Críticas ao modelo seqüencial linear:

  • Projetos reais muitas vezes não seguem o fluxo seqüencial;
  • É difícil se colocar todos os requisitos explicitamente.
  • Versão operacional estará presente só no final do projeto;
  • A natureza linear leva a situações onde membros da equipe precisam aguardar que outros membros completem tarefas dependentes.
  • Para sistemas pequenos e bem-definidos é aconselhada a sua utilização por ser mais fácil de ser.

  

Fontes: Engenharia de Software – 6a-ed – Roger S. Pressman.
www.julianoribeiro.com.br/…/aula2_2006_fundamentos_de_software.ppt
https://disciplinas.dcc.ufba.br/pastas/MATA63/2009.1/aula02Processos.pdf

XP – Extreme Programming

Oi pessoal, mais uma vez estou eu aqui de novo fazendo mais uma postagem no blog, depois de tanto tempo sem escrever nada.

Esse fim de semana estava conversando com um amigo meu gerente de projetos e contei que esse semestre estou tendo engenharia de software e conversamos um pouco sobre a matéria e ai ele me disse de uma metodologia de desenvolvimento que se chama XP eXtreme Programming, e me passou esse vídeo que estou disponibilizando pra vocês.

O que é Extreme Programming?

Extreme Programming (XP) é uma metodologia de desenvolvimento de software, nascida nos Estados Unidos ao final da década de 90. Vem fazendo sucesso em diversos países, por ajudar a criar sistemas de melhor qualidade, que são produzidos em menos tempo e de forma mais econômica que o habitual. Tais objetivos são alcançados através de um pequeno conjunto de valores, princípios e práticas, que diferem substancialmente da forma tradicional de se desenvolver software.

Palestra sobre Extreme Programming feita por Vinicius Teles (fundador da IMPROVEIT) na TDC (The Developer´s Conference) 2008.

Tópicos abordados na palestra:

  • Por que o modelo tradicional de fazer software nao da certo
  • Utilização de funcionalidades
  • Falhas de comunicação
  • Analise tradicional
  • Mundo físico
  • Mundo digital
  • Fabrica de software
  • Mudanças: visão ágil
  • Participação do cliente
  • Planejamento de iterações
  • Planejamento de releases
  • Jogo do Planejamento
  • Aguarde e confie
  • Reunião diária, ou stand up meeting, ou daily scrum.
  • Tarefas visuais
  • Modelagem visual usando quadro branco
  • Encerramento da iteração
  • Retrospectiva
  • Adaptabilidade
  • Coragem
  • Test-driven development
  • Programação em par
  • Refatoração
  • Jack Jarkvik – Vice-presidente da Ericson

Fonte: http://improveit.com.br/xp

Como é o desempenho do seu Browser?

Peacekeeper é um serviço online que funciona através de qualquer navegador (exceto portáteis), o qual executa uma bateria de testes diversos para calcular o desempenho aproximado do navegador. Segundo a Futuremark (desenvolvedora do serviço e de programas como o 3D Mark), qualquer máquina que suporte o navegador em teste é perfeitamente capaz de executar o teste. Que tal efetuar os testes no seu PC e verificar qual navegador é mais rápido?

[link]

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Nova geração de navegadores

Conheça, abaixo, as características particulares de cada navegador da nova geração e sua pontuação pelo Acid3 programa que mede a compatibilidade do navegador com os padrões e serviços da internet 2.0. (notas, avaliação e características retiradas da revista INFO).

 

Firefox 3.1 beta 3: nesta versão, o browser traz um modo de navegação privativa. Nele, os dados do internauta não são registrados no histórico e no cache do navegador. Os engenheiros do software também adicionaram um novo motor, que aumentou ainda mais a velocidade de carregamento das páginas com scripts e dados multimídia. No teste Acid 3, o Firefox 3.1 beta 3 conseguiu 93 pontos.

 

Apple Safari 4 beta: a principal novidade da versão é a interface; totalmente remodelada, ela é equipada com um sistema de abas e disposição dos comandos parecida com a do Google Chrome. Tem ainda um recurso que mostra pequenas imagens no lugar das URLs do histórico de páginas visitadas e dos favoritos. O programa também traz inovações no motor, capaz de renderizar imagens e executar scripts web com muita velocidade. No Acid 3, o Safari é campeão:  é 100% compatível com os padrões da web.

 

Internet Explorer 8: o navegador da Microsoft evoluiu bastante em relação à versão anterior, principalmente na velocidade e estabilidade. Mas ainda deve muito nesse quesito quando comparado aos outros navegadores. A versão 8, contudo, apresenta ao internauta boas ferramentas. Duas legais: a navegação privada (que não armazena dados do usuário) e o filtro que alerta o internauta sobre possíveis perigos em algumas páginas web. No Acid 3, o Internet Explorer deixa a desejar: dos 100 possíveis, conseguiu apenas 20.

 

Opera 10 Alpha: a interface do 10 é muito parecida com a do 9, a atual versão estável. Mas esse detalhe não esconde uma das principais qualidades do software: a velocidade. O Opera 10, graças a uma tecnologia chamada Presto, demonstra muita agilidade para carregar as pesadas páginas com flash ou com menus feitos em javascript. A ferramenta de e-mail do navegador também ganhou melhorias: agora o internauta pode escrever mensagens em HTML. No teste do Acid 3, o browser demonstrou 100% de compatibilidade com os atuais padrões da web.

 

Google Chrome beta: nessa versão, o navegador apresenta recurso de zoom das páginas web, scroll automático e o autocompletar, além de uma ferramenta que reajusta as janelas do Chrome no desktop. A inclusão delas demonstra que os engenheiros do Google começam a equipar o navegador para ganhar mercado dos outros aplicativos. Com um novo motor, a versão de testes, segundo simulações do próprio Google, é até 35% mais rápido que a estável. No teste Acid 3, o Chrome conseguiu 78 pontos.